Já nesta linda e enluarada noite,
eu troquei o verso e a estrofe
por uma melancolia daquelas que não deixam a gente se levantar nunca mais na vida até amanhã de manhã bem cedinho com café quentinho e pão acabado de sair da padaria trazido pela loira mais bonita do quarteirão.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
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