Sem palavras eu digo e espero
E calo.
Seus dedos solitários
E meus dedos solitários
Se encaixam
E não nego.
Seus olhos castanho-
escuros
obscuros
me enxergam.
Seremos luz
se quisermos ver
Seremos gosto
se quiser beijar.
Sejamos palavras soltas e uma longa madrugada.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
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