Há um quê
de verdade maldita
em todo poema.
E, dita mal,
a verdade
não pode ser compreendida.
Há um quê
de amar desmedido
em todo escândalo.
Mas o sândalo
vagabundo da voz
não me agrada o olfato.
Há um quê
de perder pouco a pouco
em todo o seu medo.
O problema
é matar a paciência
de todo e qualquer Pedro.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
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9 comentários:
Bom saber que você tá escrevendo!!
E o layout ficou ótimo mesmo...
But...maybe you missunderstood some things (yeah, it was only about me). Nada que eu não possa explicar depois!
Rapaz, o LAYOUT FICOU FODAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Putz, minha cabeca explodiu...Muito bom mesmo...tu sempre bota pra quebrar.
Isso dito. O poema eh muito subjetivo pra entender...Sabe quando vc precisa conhecer a historia do autor para captar o sentido real do poema?Pois bem. =D
Siiim, Jan...
É que é uma paródia/paráfrase/whatever de uma texto meu, em minha defesa...
Mas...supostamente apenas surgiu porque "deu na telha".
Continuo sem entender - e não o conteúdo, mas a forma.
Se não quiser o plágio, eu apago.
Eu adorei,o negócio da maldita, mal dita.
lembra de mim? Eu tinha um blog chamado palavras apagadas,que eu perdi a senha...
eu realmente gostaria de recuperar aquele blog,mas perdi a senha...e perdi contato com todos de lá,consequentemente.
bem,mesmo tendo mudado,ficou bem característico!
eu não sei mudar layouts..por isso o meu é feio daquele jeito! (:
mas intertextualidade não é plágio.
v
Pois é.
Eu chamei de intertextualidade - só não entedi o porque da vontade de fazê-la.
Plágio foi uma definição do próprio autor.
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