quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O chato excesso na esquina ou quando os sinos calam

Há um quê
de verdade maldita
em todo poema.

E, dita mal,
a verdade
não pode ser compreendida.

Há um quê
de amar desmedido
em todo escândalo.

Mas o sândalo
vagabundo da voz
não me agrada o olfato.

Há um quê
de perder pouco a pouco
em todo o seu medo.

O problema
é matar a paciência
de todo e qualquer Pedro.

9 comentários:

Marina Todt disse...

Bom saber que você tá escrevendo!!
E o layout ficou ótimo mesmo...
But...maybe you missunderstood some things (yeah, it was only about me). Nada que eu não possa explicar depois!

Anônimo disse...

Rapaz, o LAYOUT FICOU FODAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Putz, minha cabeca explodiu...Muito bom mesmo...tu sempre bota pra quebrar.

Isso dito. O poema eh muito subjetivo pra entender...Sabe quando vc precisa conhecer a historia do autor para captar o sentido real do poema?Pois bem. =D

Anônimo disse...

Siiim, Jan...
É que é uma paródia/paráfrase/whatever de uma texto meu, em minha defesa...
Mas...supostamente apenas surgiu porque "deu na telha".
Continuo sem entender - e não o conteúdo, mas a forma.

Pedro Guimarães disse...

Se não quiser o plágio, eu apago.

Amanda de Santana disse...

Eu adorei,o negócio da maldita, mal dita.
lembra de mim? Eu tinha um blog chamado palavras apagadas,que eu perdi a senha...
eu realmente gostaria de recuperar aquele blog,mas perdi a senha...e perdi contato com todos de lá,consequentemente.

Amanda de Santana disse...

bem,mesmo tendo mudado,ficou bem característico!
eu não sei mudar layouts..por isso o meu é feio daquele jeito! (:

v disse...

mas intertextualidade não é plágio.
v

Pedro Guimarães disse...

Pois é.

Anônimo disse...

Eu chamei de intertextualidade - só não entedi o porque da vontade de fazê-la.
Plágio foi uma definição do próprio autor.