Cantemos, pois é tempo de luzes
E o efêmero se dissolveu ante o cheiro de sua beleza.
Não nos afastemos mais.
Seu romantismo inocente,
Seu modernismo absurdo,
Sei que posso escondê-los sob as chagas da minha pele.
Peço que seja a chave que me liberta o verso.
Vamos unir seu tempo que goteja a meu tempo que irradia
Consumemo-nos num sonho e vivamos a doce realidade crua.
O gosto das palavras não deixa a boca cálida de minha caneta
O gosto de sua boca cálida não deixa minhas palavras.
Espero que desse tempo absurdo nasça a absurda poesia de um tempo de sonho.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
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